Línguas
Existem 4 línguas mundanas em circulação na Península Ancestral:
- Imperial: a língua do Império Central, nascida de uma arvore etimológica dos ainda mais distantes povos a leste da península. É uma língua gigantescamente diferente das línguas dos nativos da península - mas considerada “a língua comum” do mundo conhecido.
É uma língua com um alfabeto próprio, derivado dos povos que originaram o Império. Dizem ter vindo do celestial, mas não se sabe ao certo.
- Castrense: a língua dos cidadãos de Castro, uma língua ancestral que muitos dizem ter sido trazida do Além. Essas mesmas fontes dizem que a língua é uma corruptela da língua dos Elfos, em que sons impossíveis para a voz humana foram traduzidos pela letra C. O Castrense e o Portense são duas línguas razoavelmente intercambiáveis: o falante de uma das duas tem 3 chances em 6 de entender um falante da outra. Não tem alfabeto próprio, já que não é naturalmente uma língua escrita.
- Portense: a língua dos cidadãos de Porto, uma língua ancestral que muitos dizem ter sido trazida do Além. Essas mesmas fontes dizem que a língua é uma corruptela da língua dos Elfos, em que sons impossíveis para a voz humana foram traduzidos pela letra P. O Castrense e o Portense são duas línguas razoavelmente intercambiáveis: o falante de uma das duas tem 3 chances em 6 de entender um falante da outra. Não tem alfabeto próprio, já que não é naturalmente uma língua escrita.
- Nórdico: a língua dos saqueadores que naufragaram no noroeste da península, vinda de povos muito distantes no além mar com o povo de Leif. Uma língua gigantescamente diferente de todas as outras línguas da península, derivado de povos desconhecidos dos oceanos à Nordeste. É uma língua com um alfabeto rúnico próprio, que dizem ter vindo do Celestial.
Existem também 5 línguas místicas na Península Ancestral ( essas bem menos difundidas):
- A Língua: a língua mágica da criação do mundo, conhecida apenas por criaturas místicas e arcanistas de todos os tipos. Saber lê-la permite ler pergaminhos mágicos, grimórios e runas de feitiços e círculos rituais. Saber falá-la só é possível após um ritual chamado de Batismo, e permite conjurar Feitiços arcanos.
- O Silvestre (língua dos Elfos): As poucas criaturas feéricas que vivem no mundo material falam essa versão simplificada da língua da criação. Dizem ser esse o dialeto falado no Além, onde vivem Ancestrais Sagrados, os Elfos e os Mortos que não reencarnaram.
- O Celestial (língua das entidades ordeiras): as poucas criaturas celestiais (A Luz Divina, a fênix, unicórnio, santos e anjos) que vivem no plano material falam essa versão da língua da criação. Dizem que essa é a língua falada nos Saguões da Luz divina, no além.
- O Abissal (língua das entidades caóticas): as diversas criaturas demoníacas e diabólicas (os diversos demônios encontrados na Península)
- O Ancestral: é mais um dialeto críptico das línguas peninsulares, uma língua secreta dos sacerdotes da Religião Ancestral, ensinada aos seus sacerdotes, cronistas e profetas - e punível com a morte se difundida para fora destes círculos. Ao contrário das outras línguas nativas, o Ancestral tem um alfabeto rúnico próprio, que os devotos usam para comunicar frases curtas e recados em pedras ou arvores.
Por fim, existem algumas línguas secretas na região:
- Gírias dos malandros: conhecido por alguns como “a língua dos ladrões” ou mesmo como “Malandrim”, é mais um sistema de cifra e conversa em código - usando outra língua de base - do que uma língua propriamente dita. É possível se comunicar com essas gírias sem que pessoas entendam a mensagem sendo passada (ou que alguma mensagem está sendo passada!). Também é comum deixar sinais em trilhas, ou em aldeias avisando de oportunidades e riscos para outros malandros.
- Línguas animais: existem lendas em todas as aldeias do povo originário da Península, de que cada espécie de animal fala um língua própria - e que essas línguas podem ser aprendidas por humanos. Mas, se as lendas são verdade, esse segredo é escondido a sete chaves (pelos animais e pelos humanos que a aprenderam).
